Telefone
51 3343.0811 - 51 3372.6638
WhatsApp
51 98015.6602
SOLICITE ORÇAMENTO
SOLICITE ORÇAMENTO
17/10/2018

Falta de água nos hidrantes prejudicou combate ao incêndio no Museu Nacional

O combate ao incêndio do Museu Nacional foi prejudicado por falta de água nos dois hidrantes próximos ao edifício, afirmou o comandante-geral dos bombeiros do Rio de Janeiro, Roberto Robadey. Os bombeiros tiveram que usar caminhões-pipa e a água do lago na Quinta da Boa Vista, região em que está localizado o museu.

Os bombeiros acionaram a Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae), mas o problema não foi resolvido. Segundo um funcionário da empresa, a água não chega com pressão suficiente aos hidrantes porque o museu está localizado em uma colina. A Cedae acabou enviando caminhões-pipa e instalando uma bomba para retirar água do lago.

Por ser um prédio antigo, o palacete onde está instalado o museu não tinha equipamentos de combate a incêndio previstos em lei. “É uma construção anterior à legislação e precisava se adequar”, disse o comandante-geral dos bombeiros. A administração chegou a se reunir com a corporação recentemente para apresentar um plano de adequação.

Durante o trabalho de combate ao incêndio, o comandante-geral dos bombeiros descartou o risco de desabamento do edifício. “É um edifício muito antigo, com paredes grossas. Os engenheiros analisaram e não veem risco por enquanto”, afirmou Robadey.

A partir desse caso, podemos perceber a importância de se obter um PPCI (Plano de Prevenção Contra Incêndios) e de como ele poderia ter prevenido ou combatido o incêndio. Infelizmente quando a direção do museu decidiu agir quanto à uma adequação, já era tarde. Por isso, ressaltamos a importância de buscar o quanto antes as conformidades necessárias para que casos como esses possam ser prevenidos.

 

Saiba mais sobre PPCI: https://bit.ly/2pVZHtw

Conheça mais sobre o Grupo Brava: https://bit.ly/2NlQJzg

Fonte: Diário do Poder

#TAGS RELACIONADAS

COMPARTILHE Facebook

POSTS RECENTES